Tornando o que foi em antanho, no agora, cinza e olvido.
Onde a turba já não reconhece, nem do verbo se utiliza.
Resta o prístino brilho das palavras que o tempo tem consumido.
O encanto que em si se guardava, hoje jaz desvanecido.
Com pesar se contempla o desdém desta era fugaz.
Oxalá pudéssemos libertar o presente, deste estado empobrecido.
P'ra que a beleza das letras, enfim, recobrasse a sua paz.
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